As Estátuas portuguesas, em exposição aguardando por um museu, no forte de Cacheu.
Visita a Guiné-Bissau e ao Memorial da escravatura e tráfico negreiro de Cacheu
DOI:
https://doi.org/10.48619/cap.v6i1.1002Palavras-chave:
Estatuária, Estado Novo, Guiné-Bissau, Cacheu, EscravaturaResumo
Em Guiné-Bissau, no forte de Cacheu, símbolo não apenas do poder colonial português mas também bandeira do tenebroso comércio de escravatura que perdurou durante séculos, literalmente jazem mutiladas algumas estátuas de império, exemplos do modernismo português que o Estado Novo utilizava para projeção de poder ultramarino mas também, igualmente, de exaltação nacionalista da pátria. Este texto tenta não apenas identificar esses objetos artísticos mas igualmente contextualiza-los no então e no agora.