As Estátuas portuguesas, em exposição aguardando por um museu, no forte de Cacheu.

Visita a Guiné-Bissau e ao Memorial da escravatura e tráfico negreiro de Cacheu

Autores

  • Paulo Tiago Cabeça Doutorando em história de arte. Colaborador do Centro História de Arte e Investigação Artística (CHAIA) e da Cátedra UNESCO de Património imaterial e saber-fazer tradicional, da Universidade de Évora, Portugal https://orcid.org/0000-0001-6002-2752

DOI:

https://doi.org/10.48619/cap.v6i1.1002

Palavras-chave:

Estatuária, Estado Novo, Guiné-Bissau, Cacheu, Escravatura

Resumo

Em Guiné-Bissau, no forte de Cacheu, símbolo não apenas do poder colonial português mas também bandeira do tenebroso comércio de escravatura que perdurou durante séculos, literalmente jazem mutiladas algumas estátuas de império, exemplos do modernismo português que o Estado Novo utilizava para projeção de poder ultramarino mas também, igualmente, de exaltação nacionalista da pátria. Este texto tenta não apenas identificar esses objetos artísticos mas igualmente contextualiza-los no então e no agora. 

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Publicado

2025-01-30

Como Citar

Cabeça, P. T. (2025). As Estátuas portuguesas, em exposição aguardando por um museu, no forte de Cacheu.: Visita a Guiné-Bissau e ao Memorial da escravatura e tráfico negreiro de Cacheu. CAP - Cadernos De Arte Pública Public Art Journal, 6(1), 72–91. https://doi.org/10.48619/cap.v6i1.1002