A arte de rua enquanto experiência geracional.
DOI:
https://doi.org/10.48619/cap.v1i1.95Palabras clave:
Memória urbana, Legalização, Etnografia de Rua, Graffiti, Geração.Resumen
Marcada pelo seu caráter efêmero e descontinuo a arte de rua vem tendo um papel cada vez mais significativo tanto no espaço de visualidade das cidades modernas, quanto nas pesquisas acadêmicas que refletem seu fenômeno. Este trabalho busca trazer um debate sobre o tempo e as questões geracionais que envolvem as relações entre políticas culturais/urbanas e intervenções artísticas na cidade. É na “Dialética da Duração” de Gaston Bachelard, e na sua apropriação etnográfica por Eckert&Rocha, que encontro uma ferramenta teórica e metodológica para o entendimento da memória da arte de rua em Porto Alegre, no extremo sul do Brasil. Enfim, trago uma questão que me acompanha nesta proposta de trabalho “O graffiti morreu?” através dela elaboro uma reflexão sobre o tema da crise e dos projetos, relacionados a uma insurgente geração de artistas urbanos.